Os autores, a flor e o fruto

Esta é a imagem de uma das laterais do Pavilhão D 48, a casinha de bonecas da Guerra e Paz editores na Feira do Livro. Plantámos nessa lateral as fotografias de alguns dos nossos melhores autores. E corrijo, escritores. Ou ainda melhor: poetas e romancistas. Ficam bem, ali em cima, no topo norte do parque Eduardo VII: são as nossas flores e frutos. E aqui, juntas, que bonitas que estão estas capas.

Este sábado, dia 1 de Junho, às 15:30, dois deles, Dulce Garcia e Luís Osório, autografam os seus livros, respectivamente, Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum e Mãe, promete-me que lêsVenham falar com eles e digam-lhes o que gostaram e como gostaram dos dois livros deles que – também há boas notícias – milhares de portugueses já leram.

Compre um livro

Multi ethnic group of pre school students in classroom

Bica Curta bebida no CM, 4ª feira, dia 24 de Abril

Amar os livros é lê-los. Os franceses, nisso, dão-nos um ganda baile. Lêem em média 21 livros por ano. Na 3ª feira, foi o Dia Mundial do Livro. Leu um romance? E acrescento, foi também Dia Mundial dos Direitos de Autor. Comprou um livro?

Comprar livros é sexy e é um acto de amor. É pôr na boca de autores, editores, livreiros, uma colher de sopa, uma bica cheia. Liguem os alarmes: o livro está a morrer. Mesmo o bestseller que vendia 150 mil exemplares, vende hoje 60 mil. As livrarias estão exangues. Os descontos das grandes cadeias sufocam os editores. O livro está de gasganete apertado. Quem o ama tem de ir a correr comprá-lo.