Ciência ou indignação

Bica Curta servida no CM, na 5.ª, dia 8 de Agosto

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A aflição de novos e velhos com o clima é legítima e nobre. Mas ao vermos uma menina, Greta Thunberg, empurrada para o papel dos três pastorinhos, é legítimo e nobre afligirmo-nos com o halo mágico e salvífico que a santifica. Ora, só a ciência oferece armas de combate à catástrofe. Duas armas: primeiro, a energia nuclear, limpa e segura, que a França, Canadá e Suécia usam; segundo, a captura e armazenagem de carbono, sepultando-o em formações geológicas subterrâneas.

Essa tecnologia limpa em profundidade os mais sujos emissores de carbono e há centenas de unidades já na Ásia. A ciência é melhor bica curta do que a indignação.

Futuro luminoso

Bica Curta, servida no CM, 4.ª feira, dia 29 de Maio

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Os reactores de Forsmark, na Suécia

Esta é uma bica atómica. O nuclear é bom, limpo e seguro. Combinado com as energias renováveis, é nele que reside a esperança de uma energia que ajude a limpar o planeta, garantindo o desenvolvimento. Podia ser só a tese de um livro, A Bright Future, da autoria de um professor americano e um cientista sueco. Mas o nuclear é a realidade na Suécia e no Canadá, no Ontário, baixando brutalmente as emissões de carbono, duplicando a produção de energia. Mais barata.

O mundo precisa de energia que alimente o crescimento, capitalismo e comércio, para continuar a tirar da pobreza milhões de pessoas. O nuclear matava, hoje salva.