as negras escolhas musicais: papillon

O pai diz que eu… pai, diz que eu pai, diz que eu pai, diz que eu pai.
A canção, chamemos-lhe assim, é do rapper Papillon, com intervenção de Slow J, na produção.
Não vou estragar o encanto (porque, além da inteligência social, estamos a falar de encanto e de estética),  com despropósitos.

2 thoughts on “as negras escolhas musicais: papillon”

  1. Pensei que era outra coisa, menor, pelo refrão, Manuel.

    Mas além de ter musicalidade diz muito destes tempos. Ter vinte anos hoje é mais complicado que há vinte ou há trinta anos…

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    1. Luis Eme, também fiquei impressionado com o que subjaz , de percepção e de agudo sentido social, a esta canção, à letra, à batida, ao subversivo contraste entre a primeira narrativa e a disrupção que depois acontece. UM abraço

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