As negras escolhas musicais (2)

E para não deixarmos o Wynton Marsalis a tocar sozinho, vamos à segunda escolha negra.

O cinema faz mais milagres do que Jesus Cristo, o que faz dele o filho favorito de Deus. No cinema pode correr-se por cima do capot dos carros e pode cantar-se na rua, que a orquestra há-de vir dos céus. Tantos, tantos milhares que até Nicholas Cage pode cantar e comover-nos. A canção é Love Me Tender, o filme é Wild at Heart, do estranho, bizarro e inexplicável David Lynch.

2 thoughts on “As negras escolhas musicais (2)”

  1. Acredito piamente que o cinema seja o filho favorito de Deus. Se Descartes o tivesse descoberto não vinha para cá com ideias inatas e o camandro.

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