O Editor em Pantufas, quase um diário

Faraós, Wilde e as pantufas

Em Dezembro de 2020, o vírus petulante que toda a gente sabe arrastou-me para os cuidados intensivos do Curry Cabral. Tive sequelas? Tive: agora, mesmo na editora, tiro os sapatos e calço pantufas. Eis ao que passei a dar valor na vida, a uns pés quentes e mais leves do que os de Ulisses.

Oscar Wilde e os faraós do Egipto – são eles que estão aos meus pés – haviam de gostar. Rói-me uma agonia: não terem os meus pés sido suficientemente leves e ligeiros para ter já nas livrarias o Atlas da Guerra Fria que está ainda, às voltas, a ser digerido pelas máquinas da gráfica. Raio das pantufas!

2 thoughts on “O Editor em Pantufas, quase um diário”

  1. Nos intensivos?! Não imaginava…espero que esteja realmente melhor.
    Desde o confinamento que nunca mais me calcei em casa, só uso pantufas. Pelos vistos o maldito do virus foi simpático para os nossos pés já que nos deu cabo de tantas outras coisas. E os livros, esses sempre ficam…
    ~CC~

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  2. :))) Gostei da ideia de o covid nos deixar de pantufas. E sim, esses dois a seus pés…é obra.
    Bom, tem que estar melhor, já passaram cerca de dois anos, não é? E a vida de editor não pára. Mesmo de pantufas.
    Boa sorte.

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