O cheiro da mulher que lê

Escreve-se sempre e só para que uma mulher leia. O livro, prolongamento da mão e justificação do olho, até pode ser uma cri­a­ção mas­cu­lina. Se for, é de justiça que se diga ser uma benigna e maravilhosa cri­a­ção mas­cu­lina. Foi, acrescente-se também, do tijolo à impres­são do senhor Guttenberg, cri­a­ção de conhe­ci­mento e prazer. Também … Continue reading O cheiro da mulher que lê